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Pmes Concorrentes Do Sul Se Unem Para Financiar Projeto De Inovacao


Fonte: www.amanha.com.br/posts/view/6289

Revista Amanhã: PMEs concorrentes do Sul se unem para financiar projeto de inovação Submit Área do Assinante Login Senha Cadastre-se Esqueci minha senha Toggle navigation PUBLICIDADE Toggle nav 24/09/2018 | 12:29 PMEs concorrentes do Sul se unem para financiar projeto de inovação Fabricantes de baterias da região e um de Goiás querem reduzir custos e riscos para apresentar nova tecnologia veicular Da Redação, com Agência Brasil [email protected] Um grupo de 11 pequenas e médias indústrias concorrentes se uniu para financiar um projeto de inovação, dividindo custos e riscos. Trata-se de um consórcio, organizado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), em que fabricantes de baterias de reposição investem R$ 110 mil cada durante dois anos para desenvolver um sistema tecnológico para mercado de veículos. O custo total do projeto é de R$ 3,7 milhões. Os técnicos das empresas trabalham conjuntamente para adequar as baterias a um novo sistema veicular – o start stop – que exige mais rendimento do componente. Esse sistema, que hoje está em 15% dos automóveis no Brasil, desliga o motor toda vez que o condutor para o veículo, em um semáforo por exemplo, e volta a ligar quando o motorista pisa no acelerador. A estimativa do mercado é que esse dispositivo esteja em 100% dos carros fabricados até 2021.A mudança poderia ser uma ameaça às empresas que hoje fabricam baterias menos eficientes, que teriam seu espaço reduzido. Sozinhas, as empresas dificilmente teriam condições de fazer o investimento milionário em inovação, mas juntas poderão continuar a disputar o mercado. A maioria dos fabricantes (8) é do Paraná, um deles é de Santa Catarina, uma indústria do Rio Grande do Sul e outra de Goiás. De acordo com o Senai, é a primeira vez no Brasil que um grupo com esse número de empresas concorrentes se une para desenvolver um novo produto no mercado. A única experiência conhecida pelo gerente executivo de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo Prim, é a que envolveu indústrias de cosméticos – Grupo Boticário, a Natura, a Yamá e a o gerente executivo de Inovação e Tecnologia do Senai, Marcelo PrimheraSkin Farmacêutica – que trabalharam de 2013 a 2015 no desenvolvimento de rotas de nanoencapsulamento. O consórcio funcionou em uma primeira etapa e depois, na segunda fase, sigilosa e customizada, a equipe técnica de cada empresa atuou em separado. O gerente executivo de Inovação e Tecnologia do Senai explica que esse modelo é muito comum na Europa e nos Estados Unidos. “Isso ocorre por diversos fatores. Primeiro porque são ambientes mais maduros de inovação. A inovação aberta nasceu nesses locais. Além disso, as empresas confiam mais nos institutos de ciência e tecnologia e de inovação. Já há uma reputação construída. No Brasil, toda a questão de inovação, inovação aberta, é incipiente ainda”, opina.  “É uma solução muito interessante, mas que demanda muito a construção de confiança entre os participantes. Esse é um papel, além do papel técnico de desenvolver o projeto, que o Senai possui, por ser ambiente neutro de
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